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105 anos de uma das maiores Escritoras - Maria carolina de Jesus

Carolina Maria de Jesus foi uma escritora brasileira, conhecida por seu livro Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada publicado em 1960. Carolina de Jesus é considerada uma das primeiras e mais importantes escritoras negras do Brasil

25/07/2019 16h14Atualizado há 3 semanas
Por: Redação
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Maria Carolina de Jesus
Maria Carolina de Jesus
Nascimento: 14 de março de 1914, Minas Gerais
Falecimento: 13 de fevereiro de 1977, (62 anos); São Paulo, SP -  Carolina Maria de Jesus morreu, vítima de insuficiência respiratória.
Filhos: Vera Eunice de Jesus Lima, João José de Jesus, José Carlos de Jesus

"ao mesmo tempo em que trabalhava como catadora, registrava o cotidiano da comunidade onde morava, nos cadernos que encontrava no material que recolhia, que somavam mais de vinte. Um destes cadernos, um diário que havia começado em 1955, deu origem ao seu livro mais famoso, Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada, publicado em 1960"

 Obras da escritora

  • Quarto de Despejo (1960)

  • Casa de Alvenaria (1961)

  • Pedaços de Fome (1963)

  • Provérbios (1963) alem de 7  romances, 100 poemas, 4 peças de teatro e diversas letras pata para marchas de Carnaval. 

 Saída da favela
  
Carolina Maria de Jesus, 1960. Arquivo Nacional.
Depois da publicação de Quarto de Despejo, Carolina mudou-se para Santana, bairro de classe média, na zona norte de São Paulo.
Em 1963, publicou, por conta própria, o romance Pedaços de Fome e o livro Provérbios.
Posteriormente, em 1969, Carolina acumulou dinheiro suficiente para se mudar de Santana para Parelheiros, uma região árida da Zona Sul de São Paulo, no pé de uma colina.
Próxima de casas ricas, local de algumas das mais pobres habitações do subúrbio da cidade, com impostos e preços menores, era lá que Carolina esperava encontrar solitude e assim Carolina sai da favela e vai mora em Santana, mas não se adapta com os vizinhos e muda para um sitio na região de Parelheiros, Rua Henrique Hessel 1380 onde passou o resto da sua vida
 
Parelheiros se caracterizava por fortes contrastes entre ricos e pobres: grandes casarões ao lado de barracos, que, via de regra, surgiam em vales, onde o ar era poluído pelas indústrias da região do Grande ABC.
 
Embora pobre, Parelheiros era o mais próximo que Carolina poderia chegar do interior de sua infância sem deixar São Paulo e suas escolas pública, para as quais seus filhos iam de ônibus.
 
Agora passando boa parte de seu tempo sozinha, lia o jornal e plantava milho e hortaliças, apesar de reclamar que seus esforços de jardinagem rendessem tanto quanto custassem.
 
Carolina nunca quis se casar para não se submeter a um homem. Cada um dos seus três filhos era fruto de um relacionamento diferente.
 
A filha de Carolina, Vera Eunice tornou-se professora e contou em entrevista, que sua mãe aspirava a se tornar cantora e atriz.
 
Fonte: wikipedias
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