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Memorial

“COLÔNIA ALEMÃ DE SANTO AMARO, UMA TRAJETÓRIA ÍMPAR (1829-2017) ”

Capítulo 01

27/10/2017 17h47
Por: Redação
55
Imagem: Banco de dados do Google
Imagem: Banco de dados do Google

Leandro Hessel

 

Capítulo 01

 

Apresentação

 

Temos a grata satisfação de podermos, por meio desse veículo de comunicação, “Folha de Parelheiros”, apresentar aos leitores algumas informações históricas e particularidades de um empreendimento colonizador que moldou alguns costumes sociais e étnicos de nossa região.

 

Falamos da “Colônia Alemã de Santo Amaro”, fundada em 29 de junho de 1829 na região do antigo “Ribeirão Itaquaquecetuba”, hoje bairro de Colônia Paulista, pertencente ao Distrito de Parelheiros.

 

Em 1829, a região era considerada “sertão” da então Freguesia de Santo Amaro, que alguns anos mais tarde, em 1832, seria elevada à categoria de Vila. Por isso mesmo o empreendimento colonizador, encetado pelos Governos Imperial e Provincial, recebeu o nome de Colônia Alemã de Santo Amaro.

 

Para cá vieram algumas famílias que desde o início de 1828 estavam em Itapecerica da Serra esperando que ali fossem definitivamente fixados, depois de exaustiva tergiversação por parte dos poderes políticos da época.

 

Iremos, em doze meses, publicar nesse conceituado jornal, doze capítulos sobre o tema, um a cada mês, retirados da obra ainda inédita intitulada “Colônia Alemã de Santo Amaro, Uma Trajetória Ímpar (1829-2017) ”, de autoria de Leandro Hessel, descendente dos colonos de 1829 e pesquisador sobre o tema desde meados de 1995. Uma Trajetória Ímpar faz parte essencial do amplo projeto de resgate histórico-genealógico denominado “Projeto Reencontrando a História”, sobre a Colônia Alemã de Santo Amaro e a malograda “Colônia Alemã do Quilombo”, projetada em Itapecerica.

 

Esperamos trazer à lume algumas questões do cotidiano dos colonos e de seus posteriores descendentes, para entendermos como se deu a fixação dos mesmos definitivamente pela região, e como tiveram que aprender uma cultura e meio de vida “um pouco diferente” de seus costumes originais. Dizemos “um pouco” pelo fato de que os colonos, ao se fixarem na região, já atuavam como lavradores/agricultores em sua região de origem (quase 90% oriundos da Renânia-Palatinado), de tal forma que continuaram lavradores, sendo que a “aculturação” dos mesmos não foi, por isso, tão traumática como pensam alguns companheiros de pesquisas sobre o mesmo assunto.

 

Esperamos, enfim, trazer algum esclarecimento sobre pontos obscuros e ainda não estudados a fundo sobre diversos aspectos históricos e sociais da Colônia Alemã de Santo Amaro, cujos descendentes, ainda hoje, habitam a região, e ajudaram a moldar alguns costumes e participaram do caldeamento étnico de nossa querida região.

 

Boa apreciação, e esperamos que nesses próximos doze meses, possamos estar juntos aqui, na “Folha de Parelheiros”, tratando do tema aqui apresentado.

 

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